quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Jornalismo e Conhecimento.




Em meados de 1450, Gutenberg inventa a prensa com impressão da bíblia. E a Europa se modifica com a flexibilidade da cópia. A reprodução proporcionada pelo objeto obtem livros, artigos e publicações que chegam a enormes proporções. Em seguida surge a Imprensa e jornais circulam diariamente.
No Brasil o jornal só aparece em 1805 com chegada da família Real Portuguesa, que informava somente o que acontecia na côrte.
Da época para cá, podemos perceber que a limitação nos meios de comunicação estão presentes e são óbvias, meios de comunicação movimentados pela elite.
Mas o jornalismo atual traz condições interessantes:
A novidade: considerando a pauta fora do que está sendo executado por toda a mídia - agenda setting.
O exclusivo: motivando áreas tão pouco executadas, como exemplo utilidade pública, embora o exclusivo tende a ser o que está inserido nas áreas de entreterimento, hoje consideradas as seções de cultura em geral (música, artes, telenovelas).
E o jornalismo para atingir o conhecimento considero dois pontos importantes para realiza-lo:
1. O repertório do leitor: que consiste naquilo que o índividuo lê e não estava ao seu alcance. A adição de informação absorvida com extrema necessidade de concentra-la, ou seja um assunto qual disperta interesse, estudo e pesquisa.
2. O repertório do jornalista: aquele que relata os fatos e dedica-se a entender que o leitor sempre será aquele que não sabe do que se está falando. O relato tem de ser consistente, embora as técnicas deixam a desejar, tanto a do próprio jornalista e técnicas que na verdade são regras dispostas pelo veículo.
O jornalismo hoje é a parceira nas novas tecnologias e o bom jornalista será aquele que entende o público, que sabe que com as palavras o poder de entendimento é relativo e ser jornalista no Brasil é uma tarefa dificil, uma vez que temos uma sociedade parcelada em divisões sistemáticas de classes.

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